GAMP diz que Canoas tratou a Saúde com descaso
O Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (GAMP) – que assumiu no dia 1º de dezembro a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jundiaí por meio de concorrência pública -, emitiu nota de esclarecimento em que afirma que o município de Canoas, no Rio Grande do Sul, onde faz atendimento em parceria com a Prefeitura local tratou a saúde “com descaso” e “intransigência”, gerando uma crise que foi parar no Ministério Público.
O GAMP diz que está colaborando com as autoridades e coloca todos os documentos à disposição para prestar todas as informações necessárias. O grupo afirma que vem sendo alvo de “perseguição política”.
Em Jundiaí, o Ministério Público orientou a Prefeitura a romper contrato com o GAMP. A Prefeitura quer seguir todos os rituais jurídicos, a fim de evitar prejuízos ao município e garantir atendimento à população.
Nota da empresa
Em relação ao procedimento promovido pelo Ministério Público, o GAMP informa que está à disposição para colaborar com as autoridades, fornecer documentos e prestar as informações necessárias para solucionar todas as questões levantadas, conforme determina o seu programa de Compliance.
Destaca que, durante todo o ano de 2018, o GAMP tentou junto ao Município de Canoas, sem sucesso, a regularização dos repasses, ou, alternativamente, a redução do serviço a um montante compatível com a capacidade financeira do Município. Também foram inexitosas todas as tentativas para obter definições sobre os haveres pendentes, como o demonstram as atas de todas as reuniões das comissões de gestão e de fiscalização dos Termos de Fomento.
A intransigência e o descaso do Município com a gestão compartilhada da saúde de Canoas resultaram no atual estado de fato com a precarização do atendimento à saúde, das relações trabalhistas e com fornecedores.


