Número de empresas em Jundiaí cresce 50% em 3 anos

Os esforços realizados pela Prefeitura de Jundiaí para se aproximar da iniciativa privada e atrair investimentos para a cidade surtiram efeito na atual gestão e resultaram, entre 2017 e 2019, num aumento de 50% no total de novas empresas instaladas.

A empresa Voa-SP (concessão do aeroporto) e o novo Centro de Distribuição da Brasil Foods (BRF), ambas instaladas em 2019, estão entre os grandes empreendimentos que chegaram em Jundiaí, a exemplo dos centros de comércio, como Tauste Supermercados (2018) e Havan (inaugurada em 2017).

As multinacionais Joyson/Takata (em fase de expansão em 2020) e Hellermann Tyton (em expansão desde o ano passado) também escolheram Jundiaí como sede. No triênio 2017/2019, o município também gerou um saldo positivo de empregos formais: 2.399 vagas, o que consolidou Jundiaí, em 2019, como o 12º do Estado no ranking entre os maiores empregadores, entre 645 municípios paulistas.

Para efeito de comparação, no triênio anterior – 2014/2016 – o saldo de empregos formais havia sido negativo: foram 20.296 empregos formais perdidos. Uma perda que o atual prefeito, Luiz Fernando Machado, não deseja ver novamente. “Mudamos a postura de atuação para tornar o processo de investimento na cidade mais simples, o que serve de estímulo para as empresas alavancarem a produtividade, com a geração de emprego e renda para as pessoas”, afirma.

Nesta linha, Jundiaí recebeu duas novas empresas na última semana: a Lindal do Brasil, empresa líder mundial no desenvolvimento e fabricação de válvulas e atuadores de aerossóis, e o novo Condomínio Logístico Golgi Jundiaí, que projeta ter quatro galpões totalizando 120 mil m² de área locável.

Somente a Linda pretende investir 25 milhões de dólares na unidade até 2021. “A propósito, a política de atração de investimentos produtivos é uma alavanca para as políticas sociais do município, que beneficiam as famílias com oportunidades de emprego e o setor público com impostos que vão para o orçamento financiar saúde, educação, segurança”, avalia José Antonio Parimoschi, gestor de Governo e Finanças.