Vereador pede inclusão de Motoboys em vacinação

O vereador de Jundiaí, Marcelo Gastaldo (PTB), atendeu pedido do motoboy Xororó e encaminhou ao prefeito Luiz Fernando Machado ofício solicitando a inclusão dos motoboys na vacinação contra a gripe Influenza.

Segundo Marcelo, os motoboys estão expostos nas ruas durante as entregas e como os agentes de Saúde e Segurança, precisam ficar protegidos.

Em São Paulo, a Secretaria de Saúde reservou 100 mil vacinas exclusivas para os motoboys, depois de um acordo com o Sindicato da categoria.

O Sindicato dos Motoboys diz que esses profissionais estão na linha de frente do Coronavírus, continuando as atividades de entregas nas residências para quem não pode sair de casa.

A segunda fase da campanha nacional de vacinação contra a gripe termina na próxima sexta-feira, 8. Iniciada em 16 de abril, a etapa é focada em membros das forças de segurança e salvamento, pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais, jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Além dos grupos citados, a imunização desta fase se estende a indígenas, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivo e trabalhadores portuários. Todos que estejam inclusos em algum desses segmentos devem procurar um dos 42 mil postos de saúde espalhados pelo País para se vacinar.

Vale destacar que a vacina não tem eficácia contra o novo coronavírus, que já infectou mais de 100 mil pessoas no Brasil – cerca de 30 mil em São Paulo.

A primeira fase da campanha, que durou de 23 de março a 15 de abril, teve idosos e profissionais de saúde como grupos prioritários. De acordo com o Ministério da Saúde, 18,9 milhões de idosos (90,6%) haviam sido vacinados até 13 de abril. Para a etapa atual, a expectativa é de 15,6 milhões de pessoas imunizadas.

A terceira e última etapa começa no próximo sábado, 9, e vai até 22 de maio. Ela será destinada a pessoas com deficiência, professores, crianças de 6 meses a 6 anos, gestantes, mães no pós-parto até 45 dias e pessoas de 55 anos a 59 anos de idade.

Para receber a vacina, é necessário que a pessoa apresenta um documento de identificação e, preferencialmente, a carteira de vacinação e o cartão SUS. No caso de profissionais das áreas prioritárias, também é preciso levar um holerite ou crachá de identificação. Já pessoas com doenças crônicas devem portar uma receita ou prescrição médica feita nos últimos seis meses.