Prefeita Débora Prado fala sobre os 100 dias no comando de Jarinu

Assumir uma cidade castigada por dívidas, gestões anteriores desastrosas e com grande expectativa da população após ser eleita com 9.595 votos, nas eleições do ano passado.

Assim, Débora Prado assumiu a Prefeitura de Jarinu, no início de janeiro, em meio, também, a maior crise sanitária do século.

Se grandes transformações ainda são impossíveis sem um orçamento ideal, após 100 dias de governo, já é clara a mudança de postura e de comando na cidade.

A falta de recursos e a dívida de R$ 100 milhões que foi herdada, apesar de tornarem as dificuldades multiplicadas, nunca foram desculpa para Débora.


Transparência, austeridade, pés no chão, responsabilidade com o dinheiro público e participação popular, aliás, são os eixos trabalhados pelo novo governo desde o início.

“Foi muito triste a forma como encontramos a situação da Prefeitura de Jarinu e, também, a qualidade dos serviços que eram prestados. Ainda temos muito, muito mesmo a fazer e melhorar, mas imprimimos um ritmo e formato de trabalho pelo qual já estamos sendo reconhecidos pelas famílias de Jarinu”, salienta a prefeita.

Muito esforço, parcerias e articulações estão sendo feitas. A Saúde, onde as demandas sempre foram grandes, ganha agora ainda mais importância em meio à pandemia.

Em paralelo à restruturação do formato de agendamento de consultas, fundamental para o atendimento básico da população, a pandemia também reforçou a necessidade do olhar para o setor.

Sob o comando de Débora, a Saúde de Jarinu ganhou destaque recentemente como a segunda cidade que mais está aplicando vacinas contra a Covid-19 na região.

O combate às aglomerações, com a criação de um Plano de Ação Emergencial com a união de esforços entre secretarias, também foi uma ação pioneira entre as cidades do entorno.

Jarinu assinou, ainda, parceria com Campo Limpo Paulista para atendimento de casos graves de Covid-19 em leitos de UTI.

“A gente precisa estar sempre atenta às decisões que devem ser tomadas com o máximo de empatia, especialmente nesta época”, lembra.

Débora acompanha atentamente, também, a necessidade de recuperação econômica pós-pandemia, além da readequação do formato das aulas pela Educação.

Enquanto a flexibilização não é recomendada pelo Governo do Estado e especialistas, famílias em alto grau de vulnerabilidade estão recebendo suporte e apoio com cestas básicas.

“Infelizmente estamos num momento de esforço conjunto, em que não é possível acontecer a exposição de pessoas por risco de contaminação. Temos de olhar para todos os afetados com o mesmo carinho”, ressalta.

Semanalmente às quintas-feiras, Débora realiza lives em sua página no Facebook. Por lá, a população tem a oportunidade de tirar dúvidas, questionar e dar sugestões sobre o governo.

Quando algumas cobranças mais fortes acontecem, ela não titubeia.

“É minha obrigação responder e tratar a todas as pessoas como eu gostaria de ser tratada no lugar delas”, encerra Débora.

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