Persiste o incêndio no Morro da Baleia, em Jundiaí

O leitor do “Jornal da Região”, José Carlos, enviou foto de como está o incêndio no Morro da Baleia, às margens da Via Anhanguera, em Jundiaí, na noite desta terça-feira (08).

As chamas foram vistas pela primeira vez por volta das 9 horas da manhã, para quem estava na Rodoviária da Avenida Nove de Julho.

O Motoboy-Repórter Xororó enviou vídeo ao jornal às 10 horas.

Aos poucos, com a vegetação seca, o fogo foi se espalhando e tomando grandes dimensões.

O local é de difícil acesso para caminhões do Corpo de Bombeiros. As mangueiras de combate a incêndio não chegam ao topo do morro.

 

Guarda florestal de Jundiaí combate incêndio no Morro da Baleia com abafador. Foto: GM/PMJ

 

A Assessoria de Imprensa da Guarda Municipal de Jundiaí informa que desde cedo o destacamento Florestal da corporação está combatendo as chamas. É um trabalho de “homem x fogo”, sem auxílio de caminhão pipa.

O máximo que as viaturas da Guarda conseguem chegar são com Jeep, na base do morro.

Os guardas trabalham no limite de esforço físico com abafadores e outros instrumentos.

O incêndio mais uma vez foi criminoso.

O antigo promotor do Meio Ambiente do Ministério Público de Jundiaí, Claudemir Battalini, exigia quando atuava no órgão explicações do proprietário da área.

Ele também mantinha contatos com o delegado Seccional de Polícia Civil, Luiz Carlos Branco Júnior, para que os responsáveis pelos terrenos onde ocorrem queimadas apresentassem esclarecimentos.

Battalini se aposentou recentemente e até o Conselho Municipal do Meio Ambiente prestou homenagem a ele, porque foi um dos promotores que mais defendeu a preservação da cidade.

Vários leitores do “Jornal da Região” enviaram mensagens o dia todo lamentando a queimada da vegetação.

A foto do leitor José Carlos foi feita na Zona Leste de Jundiaí, para ter noção de como o fogo podia ser visto de várias regiões.

O leitor do “Jornal da Região”, Pedro Paulo, enviou foto de como podia ver as chamas a partir da Faculdade Anchieta, às 19h15.

Alunos reclamavam da fumaça intensa e dificuldade para respirar.

 

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