Garçom Adailton continua desaparecido em Jundiaí
Os Bombeiros de Jundiaí suspenderam as buscas no Rio Jundiaí, para tentar encontrar o corpo do garçom Adailton Pereira da Silva, de 32 anos.
O rapaz, morador no Eloy Chaves, se envolveu em uma briga em frente de Adega do Jardim Novo Horizonte no sábado (21) de madrugada.
Segundo denúncia à Polícia três homens perseguiram o Stilo de Adailton, o retiraram do veículo, agrediram violentamente e jogaram o rapaz nas águas do Rio Jundiaí, na ponte de ligação para o Jardim das Tulipas.
Águas rasas
O tenente Medrado, comandante do Posto dos Bombeiros de Jundiaí explicou ao “Jornal da Região” que houve a denúncia à Polícia da suposta agressão e que teriam jogado o corpo do rapaz nas águas.
Nas buscas realizadas pelos bombeiros nada foi encontrado no local dos fatos.
O Rio Jundiaí está com as águas rasas e muita areia no trecho em questão.
Nem a equipe de barco conseguiu colocar o equipamento nas águas, para fazer buscas profundas.
Até agora não apareceu corpo algum no Rio, em Jundiaí ou em Itupeva – onde teoricamente iria “boiar’.
“Sem homicídio”
O delegado titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Marcel Fehr, disse que seu colega, o delegado do Plantão Policial, Leonardo Pontes Montenegro, agiu corretamente em fazer boletim de ocorrência de “desaparecimento de pessoa”, uma vez que “sem corpo não há assassinato”.
O delegado Marcel disse que os investigadores estiveram na Adega, mas o local não possuí câmeras de monitoramento.
A equipe da DIG começou nesta segunda-feira (23) a intimar todas as testemunhas, desde as pessoas que estavam na Adega e viram a briga; até a pessoa que ouviu os gritos de socorro de Adailton.
O delegado Marcel quer esclarecer cada detalhe, de forma cronológica, além do motivo da briga.
A família de Adaílton – que é da região de Teófilo Otoni (MG) – informou ao “Jornal da Região” que a angústia é grande.


