Prefeitura supera sua classificação na gestão dos recursos públicos

Jundiaí tem a melhor nota no Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) desde 2013, chegando a 0,7420, o que eleva o status anterior para “boa gestão”. O índice varia de zero a um, sendo que, quanto mais próximo de um, melhor a gestão fiscal. Os dados foram revelados pela Firjan na última quinta-feira (21), são referentes ao ano de 2020 e permitem verificar o desempenho de Jundiaí em quatro diferentes indicadores: autonomia, gastos com pessoal, investimentos e liquidez. Em todos os indicadores, a cidade ou manteve a nota ou apresentou evolução.

Em 2016, Jundiaí chegou a ficar com a nota 0,4877, caindo ao status de “preocupante”. A partir de 2017 o cenário mudou: a cidade voltou ao status de “boa gestão” e não parou de crescer.

“Desde que implantamos um novo modelo de gestão, em 2017, nosso município tem conquistado bons índices nos mais diferentes rankings e pesquisas (veja abaixo), o que mostra que estamos no caminho certo, crescendo de modo sustentável, investindo em inovação, sendo uma cidade atrativa para empresas se instalarem, sem perder a qualidade de vida para quem vive aqui”, declara o prefeito Luiz Fernando Machado.

O gestor de Governo e Finanças, José Antonio Parimoschi, lembra que Jundiaí implantou, a partir de 2017, uma gestão inovadora, baseada em plataformas de gestão e intersetorialidade do planejamento, potencializando a conexão de diferentes áreas da administração pública e primando por mais eficiência da máquina e equilíbrio nas contas públicas. “Esse modelo se revelou assertivo perante uma população que quer resultados, cobra seus gestores e não está acostumada com serviços que não sejam de excelência. Como a administração pública é baseada em evidências, esses indicadores atestam a qualidade da nossa gestão.”

Parimoschi lembra que os dados da Firjan apontam que mais de três mil cidades brasileiras têm situação fiscal difícil ou crítica. Foram avaliados 5.239 municípios que, na média, atingiram 0,5456. “Mas este, claro, não é o caso de Jundiaí, que projeta  recursos de R$ 13 bilhões para financiar seus programas e projetos nos próximos quatro anos, como consta em nosso PPA (Plano Plurianual) 2022-2025.”

Evolução por indicadores
No indicador de autonomia, Jundiaí mantém, desde 2013, o nível de “excelência”, com nota 1 no Índice Firjan; no de gastos com pessoal, é possível observar que, em 2016, a cidade estava com nota 0,78. A partir de 2017, os números começaram a subir e Jundiaí atingiu, ano passado, a nota 0,93. Já no indicador de liquidez, que verifica a relação entre o total de restos a pagar acumulados no ano e os recursos em caixa disponíveis para cobri-los no exercício seguinte, a cidade chega pela primeira vez ao status de “boa gestão” desde 2013, com a nota de 0,60.

Bons índices
Em julho deste ano, Jundiaí foi eleita a cidade do Estado de São Paulo que possui a melhor qualidade de vida com o menor custo de impostos pagos pelo contribuinte. Em outras palavras, é o município que mais dá retorno em termos de serviços para sua população, a partir dos impostos pagos. Isso foi revelado pela 1ª Edição do Índice de Retorno do Tributo Municipal (IRTM).

Em fevereiro, Jundiaí ficou em 2º lugar no ranking do Índice de Desafios da Gestão Municipal 2021 (IDGM), da consultoria Macroplan, subindo três posições em comparação com o ano anterior. O estudo avalia as 100 maiores cidades brasileiras quanto à qualidade dos serviços essenciais entregues à população nas áreas de educação, saúde, saneamento e segurança.

Ainda no início de 2021, a Administração Municipal baixou um decreto instituindo a política de Governança Pública Municipal. Dessa forma, o governo institucionaliza suas políticas públicas para que elas não sejam interrompidas a longo prazo e nos serviços prestados à população.

%d blogueiros gostam disto: